Cine Punk y Anarquia | Última edição de 2023 | Edições Tormenta

É hoje, rapaziada!

Última edição – tão buoníssima quanto as demais! – do Cine Punk y Anarquia deste ano.

Convida aquele/a crush (ou ambos, por que não?) ou amigas/os pra dar uma passada no Cine Punk y Anarquia. Nesta edição serão exibidos 2 curtas:

Anarca-feministas na Bolívia” (Documentário | 15 min. | Sin(a)psis | 2010) – Sinopse: Produzido pela produtora anarquista chilena Sin(a)psis, este curta retrata as anarca-feministas da Bolívia, que falam sobre sua luta e as atualidades do movimento.

Kuidado ke muerden” (Documentário | 17 min. | 2013 | Josu Trueba e Pau Coll | Cuba – Tradução e legendas por Imprensa Marginal) – Sinopse: Marcos, Alberto, Urraka, Anne, Jakelin, Taquechi, Ivalu, Oliver o Didie conhecem muito bem as dificuldades, rotinas e alegrias de viver na singular cidade de Havana. São “punks” e “frikis”. São nove participantes que durante dois meses aprenderam a usar a fotografia para contar a realidade que os rodeava. Uma Cuba desconhecida e distante dos clássicos estereótipos que rodeiam esta ilha caribenha.

A atividade também contará com a participação de amigues artistas circenses, que apresentarão uma variété. Para quem não sabe do que se trata, consiste numa apresentação no formato circense, misturando as variadas linguagens da arte, entre circo, teatro, dança e música.

Quanto? É 0800, gratuita!

Quando? Hoje, 10 de dezembro de 2023, às 16h.

Onde? Espaço Cultural Motim, localizado na rua Justiniano da Rocha, 466, no bairro de Vila Isabel. É pertinho da estação de metrô do Maracanã.

 

A atividade é idealização da Edições Tormenta e a sua realização é fruto da conjugação de forças da Edições Tormenta com a Motim e o CILEP.

Bora lá assistir um curta, comer uma pipoquinha e se juntar nesse friozinho. É só formar o bonde, rapaziada!

LEMBRANDO: crianças são muito bem-vindas! Vovôs e vovós também!

 

“O poder requer corpos tristes. O poder necessita da tristeza porque consegue dominá-la. A alegria, portanto, é a resistência”

Gilles Deleuze